quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

Hoje em Lisboa


segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

This is Winter

























Estávamos em Janeiro de 2005 
O programa «Íntima Fracção» encontrava-se já a ser difundido em multi-plataformas, em paralelo com a transmissão em FM nas Rádios Universitárias de Coimbra e do Minho. 
O programa emitido na noite de Domingo para segunda-feira, de 9 para 10 de Janeiro de 2005, foi o primeiro cujo alinhamento não foi publicado nos vários locais em que a «Íntima Fracção» se encontrava disponível na Internet. Ficou, a partir de então, denominada pelo próprio autor como «The Lost Line-Up Tape». 
A grande particularidade desta edição, para além da ausência da publicação do alinhamento – num tempo em que tal nunca faltava – tem a ver com a paisagem musical ser quase totalmente preenchida com temas instrumentais. Algo que fez doutrina depois em alguns seguidores da obra radiofónica de Francisco Amaral, como por exemplo emissões pontuais do programa «Vidro Azul», de Ricardo Mariano. Mas também «O Cubo» de Nídio Amado e Podcasts da autoria de Hugo Pinto.
Muitos anos mais tarde, na derradeira etapa na longa vida do programa, já na RADAR, esta mesma emissão foi integralmente retransmitida. 
Aqui está ela de novo, mantendo desconhecido o alinhamento, quinze anos após a transmissão original, no frio Inverno de Janeiro.

Na íntima Fracção da noite 
Onde nada muda 
Mas nada se repete 

Íntima Fracção 
Realização de Francisco Amaral 
09 p/ 10 de Janeiro de 2005
Ouvir aqui

domingo, 26 de janeiro de 2020

Hoje na RADAR

























Sob o feitiço da alma intensa de Mark Kozelek, «Ocean Beach» é o quarto álbum dos norte-americanos Red House Painters, uma das asas fundamentais da ala americana da editora independente britânica 4AD, durante a primeira metade dos anos 90. É de «Ocean Beach» que brotam os intemporais temas "Summer Dress" e "Shadows".
O disco editado em Março de 1995 tem passagem integral na Rádio, com contextualização, realização e apresentação de Joana Bernardo.
Este não será o melhor dos álbuns do grupo, mas foi o último a ser editado pela casa-mãe e o último com a formação original, iniciando-se aqui uma notória alteração melódica da banda.

Álbum de Família
RADAR
Domingo ao meio-dia
2ª feira às 23:00
Ouvir aqui

sábado, 25 de janeiro de 2020

Hoje em São Pedro da Cova






































Mais informação aqui

sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

Cohen by Cohen

























Nós é que agradecemos
Na passagem de 2019 para 2020, o mais belo e interessante programa diário da actual Rádio em Portugal celebrou a obra e a vida do poeta canadiano Leonard Cohen, mais conhecido mundialmente por ter sido também músico, compositor e cantor.
A celebração da Poesia na Música e nas palavras de Leonard Cohen, numa altura em que foi editado um disco póstumo e vários livros do autor, traduzidos em português.

A Ronda da Noite
Antena2
Produção, realização e apresentação de Luís Caetano
31 de Dezembro 2019
Ouvir aqui



quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

Rádio Sim















O fim de uma Rádio é sempre uma má notícia
Mal o novo ano ia nos primeiros dias e logo ao terceiro, qual contra ressurreição, é anunciada oficialmente a morte da Rádio Sim.
O grupo da Renascença, outrora reconhecido pelas apostas certeiras e bem estruturadas na Rádio, continua a dar passos em falso, depois de ter transfigurado por completo todos os seus canais de radiodifusão.
A maior dor é para as pessoas que são colocadas fora de um mundo único, que lhes pertencia. Profissionais e ouvintes. Gente da Rádio que, contra sua vontade, deixa de ser da Rádio para ser de outra coisa qualquer ou de coisa nenhuma.

Ler comunicado oficial aqui

quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

Novamente, o que diria Kubrick?

















A série de programas/podcasts «O Cubo», da autoria de Nídio Amado atingiu, no final de 2019, as quatro centenas de emissões/edições. 
Nesta emissão especial, o autor Nídio Amado não necessitou de se recorrer uma vez mais – e especialmente (para ser o que sempre foi) – de sons iconográficos da obra-magna de Stanley Kubrick: o filme «2001 A Space Odyssey», como por diversas vezes aconteceu (por exemplo, na emissão dedicada a Francisco Amaral em Abril do ano passado). 
Grande parte da série de programas mantém forte inspiração na película de Kubrick e na literatura de Arthur C. Clark que lhe deu origem.
Ao fim de quatro centenas de emissões, «O Cubo» continua a ser uma experiência de profunda fruição dos sons e dos espaços sem fronteiras. As faces do Cubo começaram a desenvolver-se em 2008, mas são infinitas. 
Também com forte presença na Rádio Universidade do Minho, para Braga e tudo à volta e para todo o Mundo via Internet (RUM), nas noites de Domingo para segunda-feira, das 00:00 à 01:00. 

Ouvir aqui 







Mais sobre Nídio Amado na «Rádio Crítica»

O que diria Kubrick? (17 de Março de 2010) 
Cubo Mágico (17 de Março de 2008)
Quando o principio beija o fim (18 de Dezembro de 2006)
[percepções] (07 de Março de 2006) 
Entrevista a Nídio Amado (07 de Março de 2006) 

terça-feira, 21 de janeiro de 2020

Centenário de Federico Fellini na Rádio

























Dois programas de Rádio inteiramente dedicados ao realizador italiano 
Um dos melhores programas de fim-de-semana da actual Rádio portuguesa, «Café Plaza», na manhã de Domingo passado, na véspera do dia de nascimento de Fellini.
Emissão totalmente preenchida com temas musicais de filmes realizados por Fellini, com Música composta por Nino Rota, Luis Henríquez Bakalov e Nicola Piovani.

Café Plaza
Antena2
Realização e apresentação de Germano Campos
Domingo, 19 de Janeiro 2020
Ouvir aqui

O mais belo e interessante programa diário da actual Rádio portuguesa, «A Ronda da Noite», na noite de 2ªfeira, exactamente na data de nascimento de Fellini, 20 de Janeiro de 1920.
Emissão contendo, para além de temas musicais dos filmes, alguns sons icónicos de obras do mestre italiano, como por exemplo o encontro de Marcello Mastroianni com Anita Ekberg na cena mais conhecida do mítico filme «La Dolce Vita». Ainda neste programa, depoimentos escritos de Umberto Eco e do próprio actor Mastroianni.

A Ronda da Noite
Antena2
Produção, realização e apresentação de Luís Caetano
Segunda-feira, 20 de Janeiro 2020
Ouvir aqui 



segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

Sobre a Rádio



A actriz Regina Duarte foi convidada pelo presidente Jair Bolsonaro para o cargo de Secretária da Cultura do actual Governo brasileiro, após a demissão do anterior detentor do cargo que citou Joseph Goebbels, o ministro da propaganda nazi. Regina Duarte aceitou. 


quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Agenda vinte vinte













Alguns artigos a publicar no ano dos 15 anos da «Rádio Crítica»:
Ano Novo, novos programas
Cohen by Cohen
Bonitas palavras
IF-RADAR
Rádio Comercial 40 anos
Morrison Hotel há 30 anos
Porque devemos ser contra as 'playlists'!

terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Pessoas da Rádio que escrevem livros





































«Coreia do Norte - A Realidade»
Margarida Serra, jornalista da TSF
Prime Books (2017)
134 páginas, 11 €uros.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

Margarida Lisboa

1944-2020 





Foi da Rádio
Antiga realizadora da Antena2, assinou, entre outros, o programa «A Nave do Tempo».
Falecida aos 77 anos de idade, no dia 6 de Janeiro deste ano.
Ao final da tarde de 3ª feira dia 7, entre as 18:00 e as 19:00, a Antena2 retransmitiu a conversa de Luís Garlito com Margarida Lisboa no programa «A Minha Amiga Rádio», originalmente transmitido na Antena1, ainda na primeira metade dos anos 90.

Ouvir aqui

terça-feira, 31 de dezembro de 2019

Idos do ano

























O ano findo viu partir pessoas que, de forma directa ou indirecta, se cruzaram no meu caminho na Rádio: Manuel Graça Dias, Francisco Amaral, Rúben de Carvalho, Manuel José Homem de Mello, Isabel Wolmar, Jorge Gil, Manuel Jorge Veloso, José Mário Branco, António Tavares-Teles e Carlos Amaral Dias.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2019

BLITZ 35 anos






































Edição especial para coleccionadores e todos aqueles que lamentam a descontinuidade da edição em papel 
BLITZ, edição iniciada no dia 6 de Novembro de 1984 em formato jornal semanal à terça-feira, até à transformação em revista mensal em Julho de 2006. Actualmente (desde Fevereiro de 2018) é mais um site sobre notícias do mundo da Música, entre milhares de milhões de outros no poço sem fundo que é Internet.
No entanto, existe esta diferenciação anual em papel com o balanço de mais um ano que termina. Há 30 anos, a última edição de 1989 do jornal BLITZ, tinha por capa destaque integral para o fim da primeira década de vida (já vai em quatro) da editora independente britânica 4AD.
Exactamente três décadas depois, a capa do/da BLITZ é dedicada a Nick Cave, antigo artista do firmamento 4AD, agora a solo e a propósito do álbum «Ghosteen», considerado pela revista do grupo Impresa como o melhor álbum do ano.
A publicação BLITZ, anteriormente dada a publicitar e divulgar programas de Rádio do éter nacional, encontra-se actualmente na Rádio SBSR com um programa semanal apresentado por Lara Marques Pereira.

BLITZ Rádio
SBSR
Sábado às 16:00
2ª feira às 22:00
Ouvir aqui

domingo, 29 de dezembro de 2019

Os melhores 30 álbuns do ano

Opinião pessoal de quem ouviu estes álbuns de 2019, mas não todos os que foram editados neste ano. 
À excepção dos primeiros dez aqui apresentados, a ordem de importância dos restantes é aleatória. 

























Nick Cave and The Bad Seeds – Ghosteen 

























Cinematic Orchestra – To Belive

























Angel Olsen – All Mirrors 

























Bruce Springsteen – Western Stars 

























Jessica Pratt – Quiet Signs 

























Michael Kiwanuka – Kiwanuka 

























Cate Le Bon – Reward 

























Sharon Van Etten – Remind Me Tomorrow 

























Weyes Blood – Titanic Rising 

























Bill Callahan – A Shepherd In a Sheepskin’s Vest 

Purple Mountains – Purple Mountains
Bobby Oroza – This Love
Helado Negro – This Is How You Smile
Durand Jones & The Indications – American Love Call
Lambchop – This (Is What I Wanted To Tell You)
Whitney – Forever Turned Around
Karen O & Danger Mouse – Lux Prima
Cage The Elephant – Social Cues
The National – I Am Easy to Find
Divine Comedy – Office Politics
Devendra Banhart – Ma
Lana Del Rey – Norman Fucking Rockwell
Big Thief – U.F.O.F.
Efterklang – Altid Sammen
Holly Herndon – Proto
Hot Chip – A Bath Full of Ecstasy
Steve Gunn – The Unseen Between
Tindersticks – No Treasure But Hope
Kevin Morby – Oh My God
Leonard Cohen – Thanks For The Dance 

Melhor reedição internacional: 
The Beatles – Abbey Road [1969]




















Melhor álbum nacional cantado em português: 
Lena d'Água – Desalmadamente 




















Melhor canção em português do ano: 
Capitão Fausto – "Amor, a Nossa Vida" 


Video do ano: 
The Chemical Brothers – "We've Got To Try" 



A canção POP internacional do ano: 
Purple Mountains – "All My Happiness is Gone" 


sábado, 28 de dezembro de 2019

Boa Rádio ao Sábado




















07:00/09:00 Antena2 – Sol Maior
09:00/10:00 Antena2 – Café Plaza
10:00/11:00 Antena3 – Especial A3 
11:00/12:00 Antena3 – Razão de Ser 
12:00/13:00 Antena3 – Coyote 
12:00/13:00 TSF – O Estado do Sítio 
12:00/14:00 Antena2 – Musica Aeterna 
14:00/15:00 TSF – A Playlist De 
14:00/15:30 Antena2 – O Tempo e a Música 
15:30/16:00 Antena2 – Páginas de Português 
16:00/18:00 Antena2 – A Força das Coisas 
18:00/19:00 Antena1 – Cinemax 
18:00/22:00 Antena2 – Mezza Voce 
22:00/00:00 Antena3 – Música Com Pés e Cabeça 
23:00/00:00 Antena2 – Argonauta 
00:00/01:00 Antena2 – A Fuga da Arte 
00:00/01:00 SBSR – Em Transe 
01:00/03:00 RADAR – Nightclubbing 
01:00/02:00 Antena2 – Reflector 
02:00/03:00 Antena2 – Olhar a Lua 
03:00/06:00 Antena2 – Nocturno 
06:00/07:00 Antena2 – Notas Finais 

quinta-feira, 26 de dezembro de 2019

Boa Rádio portuguesa em 2019



Antena1 
Cinco Minutos de Jazz 
Em Nome do Ouvinte V (programa do provedor da Rádio Pública) 
Costa a Costa 
Crónicas da Idade Mídia (até Junho) 
O Amor É 
O Povo Que Volta a Cantar 
Visão Global 
Visita Guiada 

Antena2
A Força das Coisas 
A Grande Ilusão 
A Ronda da Noite 
A Fuga da Arte 
A Vida Breve 
Antena2 Ciência 
Argonauta 
Café Plaza 
Caleidoscópio 
Grandes Batalhas da Antiguidade (até Junho) 
Há 100 anos 
Jazz a 2 
Musica Aeterna 
Música Contemporânea 
O Som que os versos fazem ao abrir 
O Tempo e a Música 
Páginas de Português 
Raízes 
Última Edição 
Véu Diáfano 

Antena3 
A Profecia do Duque 
A Vida Num Só Disco 
Coyote 
Música Com Pés e Cabeça 
O Disco Disse 
Portugália 
Prova Oral 

TSF 
Forum 
A Playlist De (dependendo das escolhas musicais da personalidade convidada) 
O Estado do Sítio 
Tubo de Ensaio 
Uma Questão de ADN 

RADAR 
Íntima Fracção (até Abril) 
Álbum de Família 
A Hora do Bolo 
Comércio Livre 
Radarzine 

SBSR 
A Floresta Encantada 
A Hora da Loira 
Em Transe 
Happy Mondays 
Vidro Azul 

Rádio Renascença 
Com os Beatles 
Hotel Califórnia 
O Canto do Cota 

Rádio SIM 
Suave é a Noite 


Certamente existem mais programas de autor (e outros espaços radiofónicos) que poderiam fazer parte desta selecção, mas não posso pronunciar-me sobre o que não ouvi e não conheço, ou ouvi pouco e conheço mal. 

domingo, 22 de dezembro de 2019

Hoje em LISBOA






































O texto do cântico Magnificat provém do Evangelho Segundo São Lucas e é um dos mais importantes da liturgia cristã. É entoado pela Virgem Maria, que clama louvor a Deus depois da revelação do Arcanjo Gabriel de que Isabel, prima de Maria, estaria grávida de João Baptista.
Um concerto com a Orquestra Metropolitana de Lisboa e o coro Voces Caelestes, dirigido pelo maestro Enrico Onofri e com a participação de Eduarda Melo, Alexandra Bernardo, Cátia Moreso, Marco Alves dos Santos e André Henriques. 

sábado, 21 de dezembro de 2019

Solstício de Inverno


















O Solstício de Inverno ocorrerá no dia 22 de Dezembro de 2019 às 04h19min, marcando o início da estação no Hemisfério Norte (a mais fria apesar da Terra vir a estar o mais perto do Sol a 3 de Janeiro). O Sol neste dia de Solstício estará o mais baixo possível no céu em Lisboa e aquando da sua passagem meridiana atingirá a altura mínima de 28°. A duração do dia no Solstício de Inverno é a mais curta. A 22 de Dezembro de 2019 o disco solar nascerá às 07:51:25 horas e pôr-se-á às 17:18:29 horas em Lisboa, assim a duração do dia será de 09:27:04 horas. O Inverno prolonga-se por 88,98 dias até ao próximo Equinócio, a 20 de Março de 2020. 

Fonte: Observatório Astronómico de Lisboa.  

sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

A Casa dos Sonhos

























Prestes a completar quatro décadas de existência, a editora independente britânica 4AD foi alvo de uma emissão especial na Antena3.
A inovadora editora inglesa sediada em Londres alimentou alguns dos mais saborosos momentos radiofónicos em Portugal durante os anos 80 e 90, através de programas como «Som da Frente» de António Sérgio e «Morrison Hotel» de Rui Morrison no FM-Estéreo da Rádio Comercial, «Íntima Fracção» de Francisco Amaral na RDP-Antena1, «O Último Metro» de Nuno Infante do Carmo no FM da Renascença, «A Ilha dos Encantos» de Amílcar Fidélis na RFM ou «Circuito Fechado» de José Mariño no CMR-Correio da Manhã Rádio. Depois, em programas espalhados pelas numerosas estações de Rádio que surgiram, especialmente a XFM.
Do então chamado som 4AD, emergiram nomes como Bauhaus, The The, Modern English, Cocteau Twins, Dead Can Dance, This Mortal Coil, The Wolfgang Press, Colourbox, Clan of Xymox, Le Mystère Des Voix Bulgares, Throwing Muses e Pixies.

Especial 4AD
Antena3
Realização de Nuno Galopim
Participações do crítico Jorge Mourinha, dos músicos Armando Teixeira e João Branco Kyron e da radialista Manuela Paraíso.
27 de Novembro 2019
Ouvir aqui

terça-feira, 10 de dezembro de 2019

Prova Oral de Júlio Isidro


























Na Rádio desde 1962 
Júlio Isidro esteve como convidado no programa «Prova Oral» na Antena3. Foi na semana passada, a propósito do lançamento do seu novo livro para crianças "101 Histórias do Tio Julião para fazer Ó Ó”. Prestes a lançar o segundo volume da sua autobiografia e com seis décadas de carreira na Comunicação Social nacional, a conversa passou inevitavelmente pela Televisão e pela Rádio. Sobre a Rádio dos dias de hoje, Júlio Isidro proferiu acertadas palavras:

A Rádio vejo-a, na maior parte dos casos, com algumas limitações, ou muitas limitações criativas. Ao contrário do que se possa imaginar, agora que esta rapaziada está livre. Há quarenta e cinco anos que são livres, eu gostaria que houvesse mais arrojo. E não estou apenas a referir-me apenas à Rádio oficial, que é esta. Mesmo as outras rádios. Acho tudo demasiadamente sectorizada e demasiadamente formatada dentro dos vários sectores. Eu penso que tem a ver com muitas coisas, uma delas é que ao ser retirado ao papel do apresentador, também o papel do realizador – que eu fui sempre realizador dos meus programas – foram poucos os programas onde me encomendaram “vai lá meter a voz”. Mas mesmo muito poucos. E uma das maiores limitações do meu ponto de vista é não atribuírem ao locutor, ou apresentador, o papel de, pelo menos, coordenador da própria emissão. O que lhe permitiria ter mais criatividade. Eu quando vejo locutores a fazerem aquilo a que eu posso chamar – havia também no meu tempo alguma coisa, mas era só nos intervalos entre alguns programas – que era “fazer cabine”. Eu agora vejo fazer cabine durante três horas e quatro horas. Eu acho que não é muito bom e isto é a minha consideração pelos profissionais que hoje em dia estão a actuar. Eu acho que os profissionais teriam muito prazer em serem, digamos, os titulares dos programas. Faria alguma diferença. Fazia também com que a concorrência saudável se manifestasse e a ‘playlist’ era posta no frigorífico e eu fazia com que o meu programa tivesse a minha selecção musical, dentro da linha geral da programação, é evidente. Mas que o meu programa tivesse características especiais. Fosse um desenho, “o meu programa está desenhado para”. É um formato. Eu gosto que, ou gostaria que, os novos profissionais tivessem a possibilidade de fazerem um formato. Em termos de Rádio é isto. 

Prova Oral
2ª a 6ª feira (19:00/20:00)
Antena3
02.Dezembro.2019
Ouvir aqui





























Percurso de Júlio Isidro na Rádio

Boa Noite Em FM (1962 - RCP-Rádio Clube Português - Apresentador); 

Clube das Donas de Casa (1964 - RCP-Rádio Clube Português - Apresentador); 

Noticiário (de 1968 a 1975 - RCP-Rádio Clube Português - Jornalista e Repórter); 

FM 67 (1968 - RCP - Autor e Apresentador); 

A Noite É Nossa (1968 - RCP-Rádio Clube Português - Apresentador); 

Talismã (RCP-Rádio Clube Português); 

Em Órbita (RCP-Rádio Clube Português - Apresentador); 

Quarto Crescente (RCP-Rádio Clube Português);  

Encontro No Ar FM (RCP-Rádio Clube Português); 

Corridas Automóvel (de 1975 a 1980 - Comentador de Grandes Prémios de Fórmula 1 e Ralis, entre os quais o de Monte Carlo e de Portugal); 

Febre de Sábado de Manhã (de 1981 a 1985 - RDP-Rádio Comercial - Programa de índole musical com a apresentação de novos valores, de periodicidade semanal de três horas em directo no exterior em locais como o Cinema Nimas, Pavilhões e Estádios de Futebol - Autor, Realizador e Apresentador); 

A Grafonola Ideal (de 1981 a 1985 - RDP-Rádio Comercial - Autor, Produtor e co-Apresentador com Margarida Mercês de Melo); 

Rádio Jornal da Madeira (1989 - Responsável pelo seu lançamento); 

Rádio Renascença (de 1995 a 1997 - Autor, Apresentador de vários programas); 

Central FM (1997) - Director; 

Reis da Rádio (de 2006 a 2007 - RDP Antena 1 - Crónica semanal); 

Vinilidades (de 2007 a 2008 - RDP Antena 1 - Crónica diária); 

A Ilha dos Tesouros (de 2009 a 2012 - RDP Antena 1 - Autor e Apresentador de um programa semanal com a duração de uma hora, no qual se dava relevo, entre outras, à música francesa, italiana e castelhana reportada ao tempo do vinil).

Hotel Califórnia (com Paulino Coelho desde 2017 - Rádio Renascença);

O Canto do Cota (desde 2017 - Rádio Renascença). 

domingo, 8 de dezembro de 2019

Hoje em COIMBRA


Boa Rádio ao Domingo


















07:00/09:00 Antena2 – Sol Maior
09:00/10:00 Antena2 – Café Plaza 
10:00/11:00 Antena1 – O Amor É 
11:00/12:30 Antena2 – O Tempo e a Música 
12:00/13:00 RADAR – Álbum de Família 
12:00/13:00 Antena3 – Coyote 
13:00/14:00 RADAR – Comércio Livre 
13:00/14:00 TSF – A Espantosa Realidade das Coisas 
14:00/15:00 TSF – Uma Questão de ADN 
15:00/16:00 Antena2 – Véu Diáfano 
16:00/18:00 Antena2 – Musica Aeterna 
18:00/22:00 Antena2 – Mezza Voce 
22:00/23:00 Antena3 – A Profecia do Duque 
23:00/00:00 Antena2 – Argonauta 
23:00/01:00 SBSR – Vidro Azul 
01:00/02:00 Antena2 – Música Contemporânea 
02:00/04:00 Antena3 – O Disco Disse 
03:00/06:00 Antena2 – Dois ao Quadrado 
06:00/07:00 Antena2 – Notas Finais 

sábado, 7 de dezembro de 2019

Hoje em LISBOA






































Este fim-de-semana a Orquestra Metropolitana de Lisboa apresenta Bach, Mishima e Philip Glass: sexta-feira, dia 6, no Centro Cultural e Congressos das Caldas da Rainha, e Sábado, dia 7, no Museu Nacional de Arte Antiga (esgotado!). 

sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

Hoje no BARREIRO






































Exposição Beatles - objectos raros e curiosos – de Luís Pinheiro de Almeida. 
Exposição colecção completa das capas portuguesas dos EPs dos Beatles e dos conjuntos portugueses que gravaram Beatles nos anos 60.
Exposição “Ephemera Eterna” – fotógrafo  Rui Serrano. 
Apresentação por José Pacheco Pereira e José Zaluar do livro “Caro Jó”, uma crónica social dos anos 60 registada por Luís Pinheiro de Almeida. 
Comemoração dos 50 anos de “Abbey Road” pelo historiador  Filipe Barroso e pelo músico Francis Mann. 
Actuações ao vivo dos músicos Fast Eddie Nelson, Francis Mann, Paulo Bastos e Duarte Vilardebó Loureiro. 
Beatles para dançar pelo DJ Luis “ Rock in Stock” Barros e DJs locais. 

A Associação Cultural Ephemera, e a Associação Desenvolvimento Artes e Ofícios (ADAO) organizam no dia 6 de Dezembro no Barreiro uma sessão dedicada aos Beatles, com a participação, entre outros, dos músicos Fast Eddie Nelson e Francis Mann, do radialista Luís Filipe Barros e do declamador José Zaluar. A sessão, com início às 21H30 na sede da ADAO, um antigo quartel dos Bombeiros Voluntários Sul e Sueste, inclui duas exposições, uma do fotógrafo Rui Serrano, subordinada ao tema “Ephemera Eterna”, e outra sobre os Beatles, com objectos raros e curiosos, como casacas do Sgt. Peppers, guitarras e até papel higiénico (limpo) dos estúdios de Abbey Road. Estará exposto também um tijolo da degradada Estalagem do Gado Bravo onde Paul McCartney e Jane Asher estiveram em 1965, bem como uma maçã que a Apple ofereceu em 1995 em Londres no lançamento da “Anthology” e que tem sido conservada até agora no congelador de um frigorífico doméstico. Há ainda a exposição da colecção completa das capas portuguesas dos EPs dos Beatles, única em todo o Mundo, bem como de todos os conjuntos portugueses que gravaram Beatles nos anos 60. E haverá surpresas. Organizada por Luís Pinheiro de Almeida, a exposição tem ainda a participação de outros fãs como Cláudia Ribeiro, Duarte Vilardebó Loureiro, Eduardo Pinto, João Pinheiro de Almeida, Paulo Bastos, Paulo Marques, Teresa Lage e também do Ephemera. Rui Serrano, fotógrafo-artista, também do Barreiro, apresenta, em forma de exposição fotográfica, a sua visão sobre o quotidiano do último ano de funcionamento do arquivo da Ephemera no Barreiro, projecto a que gosta de chamar: Ephemera Eterna. A primeira parte de "Beatles no Barreiro" é preenchida pela apresentação do livro "Caro Jó", uma crónica social dos anos 60 registada por Luís Pinheiro de Almeida, feita por José Pacheco Pereira, cujo arquivo ficará depositário das cartas originais incluídas no livro editado este ano pela Documenta (Sistema Solar). O declamador José Zaluar lerá uma ou duas cartas para ilustrar o momento. Segue-se a comemoração dos 50 anos de “Abbey Road”, considerado um dos melhores álbuns dos Beatles. O historiador Filipe Barroso, 34 anos, discorrerá sobre o álbum e a sua importância, enquanto o músico, compositor, produtor e instrumentista, Francis Mann, explicará, com exemplos, como os Beatles fizeram o LP. Segue-se a música ao vivo, também ela com as suas originalidades. O experiente e aclamado músico barreirense Fast Eddie Nelson sobe ao palco com a sua banda para um alinhamento brutal de canções únicas de uma das suas influências musicais. Francis Mann, co-fundador dos Xutos e Pontapés, mas que foi muito mais longe do que isso como, por exemplo, produtor dos Diva, músico convidado na Sétima Legião e artista a solo com êxitos reconhecidos, alinhavou com Duarte Vilardebó Loureiro, que foi de Pedro e os Apóstolos, um inédito  “set” acústico que vai ser uma das grandes surpresas da noite. “Beatles no Barreiro” termina com o radialista Luís Filipe Barros, herói do “Rock Em Stock”, que idealizou uma hora de música dos Beatles para deleite da assistência que ainda ouvirá DJs locais a transbordar música do conjunto de Liverpool por nomes da actualidade. 
A entrada é gratuita. 

quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

Carlos Amaral Dias

1946-2019

















Também foi da Rádio
Esteve durante anos na TSF, ao longo da década de 90 até 2003, em programas como «Avenida de Ceuta nº1», «A Espuma dos Dias», «O Inferno Somos Nós», «Esta Inquetude Estranheza» e «Freud & Maquievel». Depois, na Antena1, no programa «Alma Nostra».

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

Hoje em CASCAIS



domingo, 1 de dezembro de 2019

Hoje na RADAR

























A actual reedição do primeiro álbum a solo de Ryuichi Sakamoto tem transmissão integral na RADAR.
Editado no dia 25 de Outubro de 1978, «Thousand Knifes of Ryuichi Sakamoto» pertence ao tempo em que o músico e compositor nipónico ainda fazia parte do colectivo japonês Yellow Magic Orchestra e é anterior ao início da histórica, prolífica e longa parceria com David Sylvian, iniciada dois anos depois e mantida até aos dias de hoje. 

Realização e apresentação de Joana Bernardo. 
Domingo às 12:00
2ª feira às 23:00

Ouvir aqui

sábado, 30 de novembro de 2019

Hoje em LISBOA






































É difícil imaginar o impacto que a música de Claude Debussy terá tido junto das audiências em finais do século XIX. Ela anunciava uma rutura explícita com a tradição clássica e romântica, evitando configurações formais e processos de desenvolvimento previsíveis. Com novas texturas instrumentais, efeitos tímbricos fantasiosos e o uso deliberado de dissonâncias nas progressões harmónicas, abria caminho a um mundo de cores e sensações hoje conotado com o movimento estético impressionista. O Quarteto de Cordas foi a sua primeira obra que apontou nesse sentido, em 1893 – é anterior, portanto, ao célebre Prélude à l’après-midi d’un Faune. Tal não impediu, porém, que se tivesse tornado numa referência incontornável do repertório para aquela formação, e que se tenha juntado ao «peso da História» que Eurico Carrapatoso sentiu cair sobre si quando em 2009 o melómano e autarca de Matosinhos Manuel Dias da Fonseca lhe encomendou uma composição destinada ao Quarteto de Cordas com o nome do município. Carrapatoso enfrentou o desafio, dispondo-se a «cantar a memória daqueles mestres amados» – Haydn, Mozart, Beethoven, Mendelssohn, Zemlinsky, Webern, Ravel, Bartók, Ligeti… Debussy, claro está! O título que escolheu resulta desse propósito. A expressão «In, illo tempore» traduz-se do latim como «Naquele tempo». 

SOLISTAS DA METROPOLITANA
Eurico Carrapatoso Quarteto de Cordas In illo tempore
C. Debussy Quarteto de Cordas, Op. 10 

Alexêi Tolpygo: violino
Ágnes Sárosi: violino
Irma Skenderi: viola
Hugo Paiva: violoncelo 



FUNDAÇÃO ARPAD SZENES VIEIRA DA SILVA
PRAÇA DAS AMOREIRAS, 56
1250-020 LISBOA
 

segunda-feira, 25 de novembro de 2019

Boa Rádio de 2ª a 6ª feira




10:00/12:00 TSF – Forum 
10:00/13:00 SBSR – Tiago Castro 
11:00/14:00 RUM – Elisabete Apresentação 
13:00/14:00 Antena1 – Portugal em Directo 
14:00/15:00 TSF – A Playlist de 
14:00/17:00 RADAR – Joana Bernardo 
16:00/20:00 SBSR – Ricardo Mariano 
19:00/20:00 Antena3 – Prova Oral 
20:00/21:00 Antena2 – Jazz a 2 
22:00/23:00 Antena3 – Portugália 
23:00/00:00 Antena2 – A Ronda da Noite 
00:00/01:00 Antena2 – Raízes 
01:00/02:00 Antena2 – Música Contemporânea 

domingo, 24 de novembro de 2019

Hoje na RADAR

























No contexto da morte de José Mário Branco na passada terça-feira dia 19, aos 77 anos de idade, o programa «Álbum de Família» na RADAR dedica-se à passagem integral do duplo álbum «Ser Solidário», editado em 1982.
Realização e apresentação de Joana Bernardo.

Álbum de Família
RADAR
Domingo às 12:00
2ª feira às 23:00
Ouvir aqui

sábado, 23 de novembro de 2019

Hoje em LISBOA






































«Noite e Nevoeiro» é um filme documental realizado em 1956 por Alain Resnais, com música original do compositor austríaco Hanns Eisler, um dos primeiros alunos de Arnold Schönberg e colaborador de toda a vida de Bertold Brecht. Consiste no relato cru, sem redundâncias ou subterfúgios, de um dos episódios mais horríveis da História da Humanidade: o massacre de judeus e de outras minorias nos campos de concentração e extermínio alemães durante a Segunda Guerra Mundial. Neste programa temos a oportunidade de assistir à projeção do filme acompanhada pela narração do texto e pela interpretação da partitura ao vivo. Ouve-se ainda a Sinfonia Eroica de Ludwig van Beethoven, originalmente concebida como retrato musical de um líder idealizado que, afinal, se proclamaria imperador para terminar os dias deportado numa ilha da costa africana. 

sexta-feira, 22 de novembro de 2019

Crematística






































Crematística: A prática crematística consiste em colocar a procura da maximização da rentabilidade financeira na forma de acumulação de numerário antes de qualquer outra coisa, em detrimento, se necessário, dos seres humanos, dos relacionamentos afectivos, profissionais, sociais e do meio-ambiente. É da natureza da prática crematística recorrer a diversas estratégias de acção nocivas. 

"A sociedade e a cultura em que vivemos exigem que o estudante seja orientado para um emprego e uma segurança material. Tem sido essa a pressão constante das diversas sociedades: a carreira primeiro, e tudo o mais secundariamente. Isto é, primeiro o dinheiro, passando para segundo plano os aspectos complexos da nossa vida diária. 17 Estamos a tentar inverter esse processo, porque só o dinheiro não pode fazer o homem feliz. Quando o dinheiro se torna o factor dominante na vida, há desequilíbrio na nossa actividade quotidiana. Assim, se me permitem, gostaria que todos os educadores compreendessem isto com muita seriedade e vissem bem todo o seu significado. Se o educador compreender a importância disto e lhe der na sua vida o lugar adequado, será então capaz de ajudar o jovem, que é levado pela sociedade e pelos próprios pais a fazer da carreira a coisa mais importante. Gostaria, pois, com esta primeira carta, de acentuar este ponto, para que nestas escolas se mantenha sempre um modo de viver que ajude a cultivar o ser humano na sua totalidade. A maior parte da educação que recebemos consiste na aquisição de conhecimentos, o que está a tornar-nos cada vez mais mecânicos; as nossas mentes estão a funcionar em caminhos rotineiros e estreitos, quer o conhecimento que adquirimos seja científico, filosófico, religioso, comercial ou tecnológico. A nossa maneira de viver, em casa ou fora dela, e a nossa especialização numa profissão determinada tornam as nossas mentes cada vez mais estreitas, limitadas e incompletas. Tudo isto leva a um modo mecânico de viver, a uma mentalidade que se ajusta a padrões, e assim gradualmente o Estado, mesmo um Estado democrático, dita aquilo em que deveremos tornar-nos. Muitas pessoas dadas à reflexão têm naturalmente consciência disso, mas infelizmente parecem aceitar viver assim. E isso torna-se um perigo para a liberdade. A liberdade é algo muito complexo e para compreender essa complexidade é necessário o pleno desabrochar da mente. Cada um, como é natural, dará uma definição diferente do que entende por desabrochar do homem, de acordo com a sua cultura, a forma como foi educado, a sua experiência, as suas crenças religiosas — isto é, de acordo com o seu condicionamento. Não nos ocuparemos aqui de opiniões ou preconceitos mas sim de uma compreensão, para além das palavras, das implicações e consequências do completo desabrochar da mente. Esse desabrochar é o total desenvolvimento e cultura da mente e do coração, e também o bem-estar do corpo, o que significa viver em completa harmonia, sem oposição ou contradição entre eles. O pleno desabrochar da mente só pode acontecer quando há percepção clara, objectiva, impessoal, livre de qualquer espécie de imposição. Não se trata de o que pensar mas de como pensar 18 lucidamente. Há séculos que por meio da propaganda e de outras influências, temos sido orientados para o que pensar. A maior parte da educação moderna é isso, sem uma investigação de todo o movimento do pensamento. O desabrochar implica liberdade: como uma planta, a mente precisa de liberdade para crescer. Abordaremos isto de maneiras diversas nestas cartas, durante o ano que vai começar: trataremos do acordar do coração, que nada tem a ver com sentimentalismos, romantismo ou imaginação, mas com a bondade que nasce da afeição e do amor. Trataremos da cultura do corpo, da alimentação correcta e do exercício adequado, criadores de uma sensibilidade profunda. Quando a mente, o coração e o corpo estão, os três, em completa harmonia, então o desabrochar acontece naturalmente, de maneira fácil e em plenitude. É este o nosso trabalho como educadores, é esta a nossa responsabilidade, e a profissão de educar assume então na vida toda a sua grandeza." 

J. Krishnamurti
In: «Cartas às Escolas»


Excerto da obra no espaço de divulgação literária «Última Edição», incluído na parte final do programa «A Ronda da Noite».
O Conhecimento e a Cultura no mais belo e interessante programa diário da actual Rádio portuguesa.

A Ronda da Noite
Antena2
18 de Novembro de 2019
Realização e apresentação de Luís Caetano
Ouvir aqui

quinta-feira, 21 de novembro de 2019

António Tavares-Teles

1942-2019 
















Também foi da Rádio
Na segunda metade dos anos 90, até 2003, foi autor do programa «As Entrevistas de António Tavares-Teles» na TSF, onde nas tardes de Sábado, ao longo de uma hora, o jornalista entrevistava personalidades ligadas ao mundo do Futebol.

Dia Mundial da Filosofia na Rádio




Antena2 
Vários espaços durante a emissão ao longo deste dia, levantando questões sobre Conhecimento, Livre-arbítrio, Ética, Emoção e Estética. 
Mais informação aqui