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Esta canção representa um dos exemplos mais flagrantes da frescura e permanente actualidade da Bossa Nova. Simples, directa, curta. Dois minutos e doze segundos de magia pura. A arte da simplicidade em todo o seu esplendor. “Astronauta” podia ter sido uma canção gravada hoje. Poderia ser a canção que João Gilberto gravaria amanhã ou depois. Gravou-a há quase quatro décadas, e está no álbum homónimo de João Gilberto de 1970. São as palavras e a voz de João que contam toda a história do “Samba da Pergunta”.
Crónica que deveria estar a passar na Rádio. Não passa na Rádio, mas passa aqui durante cinquenta dias até ao fim do ano. Texto inicialmente escrito para Rádio adaptado para leitura on-line.