terça-feira, 30 de junho de 2026
Os 40 anos deste disco
O interesse global pela World Music começou aqui
A emissão inaugural do novo programa da Antena2, «A Volta Ao Mundo» (começou em Janeiro), foi integralmente dedicada a esta obra, com explicação detalhada e passagem integral desta gravação histórica. Um longo caminho que remonta à década de 50 do Século XX.
O programa foi novamente transmitido na primeira hora de emissão da Antena2 nesta 3ª feira, dia 30 de Junho de 2026.
O programa foi novamente transmitido na primeira hora de emissão da Antena2 nesta 3ª feira, dia 30 de Junho de 2026.
A Volta Ao Mundo
Antena2
Realização e apresentação de André Pinto
Emissão inaugural 06 de Janeiro de 2026
Ouvir aqui
Antena2
Realização e apresentação de André Pinto
Emissão inaugural 06 de Janeiro de 2026
Ouvir aqui
Editado no dia 1 de Abril de 1986
Um inesperado e grande passo ao sexto ano de vida da 4AD. Em 1986, a editora independente sediada em Alma Road, Londres, aposta no tipo de catálogo ao qual viria a chamar-se pouco tempo depois de World Music. O novo conceito, abraçado de forma pioneira pela editora de Ivo Watts-Russell, abriu fronteiras e alargou em muito os horizontes de um catálogo até aí já muito inovador, sem dúvida, mas que não tinha ainda saído da orla alternativa.
O carácter único destes sons trazidos ao ocidente pela primeira vez em 1975 aquando da descoberta/achamento por parte do suíço Marcel Cellier.
Dez anos mais tarde, o musicólogo viu os seus esforços compensados através de Peter Murphy, cujos argumentos e fascínio por estas vozes vindas da Bulgária convenceram com facilidade os critérios artísticos de um líder editorial muito aberto ao novo. Honra seja feita a Ivo Watts-Russell pela valia em reconhecer uma coisa boa à primeira vista. No caso, à primeira escuta destas vozes femininas invulgares e exóticas aos ouvidos ocidentais, ávidos de frescura auditiva vinda de outras fronteiras.
O primeiro volume de «Le Mystère des Voix Bulgares» foi um êxito tremendo, aumentado ainda pela edição de um segundo volume dois anos mais tarde, em 1988.
Seguiu-se a mundialização e o reconhecimento planetário. As até então camponesas cantoras, largaram os campos de cultivo na Bulgária e correram mundo, soltando notas e toadas com uma perfeição magistral, até aos dias de hoje.
O carácter único destes sons trazidos ao ocidente pela primeira vez em 1975 aquando da descoberta/achamento por parte do suíço Marcel Cellier.
Dez anos mais tarde, o musicólogo viu os seus esforços compensados através de Peter Murphy, cujos argumentos e fascínio por estas vozes vindas da Bulgária convenceram com facilidade os critérios artísticos de um líder editorial muito aberto ao novo. Honra seja feita a Ivo Watts-Russell pela valia em reconhecer uma coisa boa à primeira vista. No caso, à primeira escuta destas vozes femininas invulgares e exóticas aos ouvidos ocidentais, ávidos de frescura auditiva vinda de outras fronteiras.
O primeiro volume de «Le Mystère des Voix Bulgares» foi um êxito tremendo, aumentado ainda pela edição de um segundo volume dois anos mais tarde, em 1988.
Seguiu-se a mundialização e o reconhecimento planetário. As até então camponesas cantoras, largaram os campos de cultivo na Bulgária e correram mundo, soltando notas e toadas com uma perfeição magistral, até aos dias de hoje.
Para além de etnomusicólogo, músico (organista) e produtor discográfico, Marcel Cellier também foi um homem da Rádio. Durante 25 anos (1960-1985) foi realizador do programa «Do Mar Negro para o Báltico» na estação Westschweizer Radio. Também a Cellier se deve a descoberta do músico romeno Gheorghe Zamfir.
Melhor que ninguém, é o próprio Marcel Cellier que explica o Mistério das Vozes Búlgaras em anotações presentes no disco «Le Mystère des Voix Bulgares» (volume I) editado pela 4AD em 1986:
Melhor que ninguém, é o próprio Marcel Cellier que explica o Mistério das Vozes Búlgaras em anotações presentes no disco «Le Mystère des Voix Bulgares» (volume I) editado pela 4AD em 1986:
No canto, a voz humana é muito mais eloquente do que na fala. O povo búlgaro está consciente desta verdade e respeita a arte de cantar acima de todas as outras formas de expressão artística.
A sua sabedoria neste campo é resultado de mil anos que envolveram uma história de lágrimas e sofrimento, com as suas raízes em Bizâncio. As ramificações destas raízes prolongaram-se mais tarde na antiga e obscura civilização dos Trácios, cujo excepcional génio musical ficou célebre. Estas raízes perderam-se, por fim, na nascente do rio Trigradska, no qual Orfeu desceu ao mundo das sombras em busca de Euridice.
Na sua história milenar, os sons búlgaros trazem consigo "cicatrizes" duma evolução extremamente penosa, marcada pelos infernais cinco séculos de domínio Otomano. E foi desta forma que a arte vocal, a única forma de expressão livre do povo búlgaro, adquiriu a sua forma e capacidade evocativa.
(...)
Assim, eis aqui esta magnífica síntese, destinada apenas aos ouvidos mais interessados.
Através da mistura de elementos históricos fabulosos, desde a liturgia bizantina, a canção popular e os lamentos, até aos contos épicos e heróicos, conseguiu-se criar autênticas jóias. Além da melodia, do ritmo e da harmonia extraordinárias (presentes neste disco), há ainda o factor timbre. Esta ressonância vocal é característica das vozes "abertas non vibrato" das jovens raparigas provençais. Pois é nas aldeias e não na academia musical que o júri de Sófia escolhe as vozes que constituem os corpos "acapella" aqui representados. O trabalho de preparação deste disco foi uma tarefa difícil e minuciosa, pois estas jovens senhoras ignoram os rudimentos musicais, praticando uma aproximação intuitiva.
É com grande facilidade que estas raparigas ultrapassam os limites dos ensinamentos ministrados pelas nossas academias musicais. O que elas sabem é tudo resultado do seu "background": "melisma", "fiorittura" e "trill", assim como uma predilecção pelo segundo como um intervalo diafónico.
Sempre que estas mulheres orientam a sua intuição natural para a canção, usando o "second-full", metade, um quarto, e até mesmo um oitavo de tom às vezes "tremolo" fazem-no com uma exactidão desconcertante.
Uma das vozes aguenta a nota principal - tal como aquele som alto e contínuo duma gaita de foles - enquanto que as outras vozes "ondulam" a sua própria melodia, flutuando por cima do som-base da primeira voz, tentando-se aproximar dela o mais possível. O efeito da sua junção resulta numa cortante atonalidade que nada tem a ver com o nosso tradicional sistema harmónico ocidental.
(...)
Um trabalho de rara complexidade.
Um monge do venerável mosteiro de Rila, dedicou 12 anos da sua vida a desenhar cenas bíblicas numa cruz com a ponta dum alfinete à luz de vela, até que perdeu a vista.
Quando terminou aquela obra-prima ele disse que a perfeição só podia ser obtida à custa de muito sofrimento.
A evolução deste tesouro, que são os cânticos búlgaros, até atingir a sua perfeição foi submetida ao mesmo processo.
Beleza da perfeição!
Perfeição da beleza!
É entre estas duas exclamações que reside o mistério das vozes búlgaras.
Marcel Cellier
Traduzido do francês por Catherine Gaitte
A sua sabedoria neste campo é resultado de mil anos que envolveram uma história de lágrimas e sofrimento, com as suas raízes em Bizâncio. As ramificações destas raízes prolongaram-se mais tarde na antiga e obscura civilização dos Trácios, cujo excepcional génio musical ficou célebre. Estas raízes perderam-se, por fim, na nascente do rio Trigradska, no qual Orfeu desceu ao mundo das sombras em busca de Euridice.
Na sua história milenar, os sons búlgaros trazem consigo "cicatrizes" duma evolução extremamente penosa, marcada pelos infernais cinco séculos de domínio Otomano. E foi desta forma que a arte vocal, a única forma de expressão livre do povo búlgaro, adquiriu a sua forma e capacidade evocativa.
(...)
Assim, eis aqui esta magnífica síntese, destinada apenas aos ouvidos mais interessados.
Através da mistura de elementos históricos fabulosos, desde a liturgia bizantina, a canção popular e os lamentos, até aos contos épicos e heróicos, conseguiu-se criar autênticas jóias. Além da melodia, do ritmo e da harmonia extraordinárias (presentes neste disco), há ainda o factor timbre. Esta ressonância vocal é característica das vozes "abertas non vibrato" das jovens raparigas provençais. Pois é nas aldeias e não na academia musical que o júri de Sófia escolhe as vozes que constituem os corpos "acapella" aqui representados. O trabalho de preparação deste disco foi uma tarefa difícil e minuciosa, pois estas jovens senhoras ignoram os rudimentos musicais, praticando uma aproximação intuitiva.
É com grande facilidade que estas raparigas ultrapassam os limites dos ensinamentos ministrados pelas nossas academias musicais. O que elas sabem é tudo resultado do seu "background": "melisma", "fiorittura" e "trill", assim como uma predilecção pelo segundo como um intervalo diafónico.
Sempre que estas mulheres orientam a sua intuição natural para a canção, usando o "second-full", metade, um quarto, e até mesmo um oitavo de tom às vezes "tremolo" fazem-no com uma exactidão desconcertante.
Uma das vozes aguenta a nota principal - tal como aquele som alto e contínuo duma gaita de foles - enquanto que as outras vozes "ondulam" a sua própria melodia, flutuando por cima do som-base da primeira voz, tentando-se aproximar dela o mais possível. O efeito da sua junção resulta numa cortante atonalidade que nada tem a ver com o nosso tradicional sistema harmónico ocidental.
(...)
Um trabalho de rara complexidade.
Um monge do venerável mosteiro de Rila, dedicou 12 anos da sua vida a desenhar cenas bíblicas numa cruz com a ponta dum alfinete à luz de vela, até que perdeu a vista.
Quando terminou aquela obra-prima ele disse que a perfeição só podia ser obtida à custa de muito sofrimento.
A evolução deste tesouro, que são os cânticos búlgaros, até atingir a sua perfeição foi submetida ao mesmo processo.
Beleza da perfeição!
Perfeição da beleza!
É entre estas duas exclamações que reside o mistério das vozes búlgaras.
Marcel Cellier
Traduzido do francês por Catherine Gaitte
O Mistério Das Vozes Búlgaras Le Mystère des Voix Bulgares Volume II na Rádio Crítica (18.Março.2018)
segunda-feira, 29 de junho de 2026
Boa Rádio de 2ª a 5ª feira
10:00/12:00 TSF – Forum
10:00/13:00 Antena2 – André Pinto
11:00/14:00 RUM – Elisabete Apresentação
11:00/14:00 RUM – Elisabete Apresentação
13:00/14:00 Antena1 – Portugal Em Directo
13:00/16:00 Antena2 – Mafalda Serrano
16:00/19:00 Antena1 – Carina Jorge
17:00/19:00 Antena2 – Programa da Tarde
19:00/20:00 RUC – Santos da Casa
19:00/20:00 Antena3 – Prova Oral
20:00/21:00 Antena3 – Defeitos Especiais
20:00/21:00 Antena2 – Jazz a 2
17:00/19:00 Antena2 – Programa da Tarde
19:00/20:00 RUC – Santos da Casa
19:00/20:00 Antena3 – Prova Oral
20:00/21:00 Antena3 – Defeitos Especiais
20:00/21:00 Antena2 – Jazz a 2
20:00/21:00 Antena1 – Mesa Para Dois
21:00/22:00 Antena3 – Pontos de Luz
22:00/23:00 Antena3 – Portugália
23:00/00:00 Antena3 – Indiegente
23:00/00:00 Antena2 – A Ronda da Noite
00:00/01:00 Antena2 – A Volta Ao Mundo
00:00/01:00 Antena2 – A Volta Ao Mundo
01:00/02:00 Antena2 – Música Contemporânea
02:00/03:00 Antena1 – Jazz a 2
04:00/05:00 Antena2 – A Ronda da Noite
05:00/07:00 Antena1 – José Candeias
06:00/07:00 Antena3 – Prova Oral
sábado, 27 de junho de 2026
Esta madrugada na Rádio
Último campeonato do Mundo de Futebol com CR7
Portugal - Colômbia
De Sábado para Domingo à meia-noite e meia-hora a partir de Miami.
De Sábado para Domingo à meia-noite e meia-hora a partir de Miami.
Relato do jogo nas rádios:
Ouvir aqui
Eu aprendi tudo com a bola nos pés.
Ronaldinho
quinta-feira, 25 de junho de 2026
Jazz na Rádio e no Parque
JAZZ na Rádio Crítica:
O JAZZ na Rádio (04.Março.2012)
O Jazz quando nasce não é para todos (I) (15.Março.2012)
O Jazz quando nasce não é para todos (II) (16.Março.2012)
José Duarte (1938-2023) foi o maior divulgador de Jazz na Rádio portuguesa
José Duarte na Rádio Crítica:
Sinatra Dança (21 de Março 2005)
Cinco Minutos Jazz (21 de Fevereiro 2006)
Acabou-se a dança (07 de Janeiro 2013)
Cinco Minutos de Jazz 51 anos (21 de Fevereiro 2017)
Cinco Minutos de Jazz 52 anos (21 de Fevereiro 2018)
Sinatra Dança (21 de Março 2005)
Cinco Minutos Jazz (21 de Fevereiro 2006)
Acabou-se a dança (07 de Janeiro 2013)
Cinco Minutos de Jazz 51 anos (21 de Fevereiro 2017)
Cinco Minutos de Jazz 52 anos (21 de Fevereiro 2018)
Documentário Jazzé Duarte (21.Outubro.2018)
O Jazz, esse grande desconhecido (24.Junho.2019)
Homenagem a José Duarte (12.Novembro.2023)
quarta-feira, 24 de junho de 2026
Porto de Babell
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Tem início hoje no Porto o maior festival literário de sempre em Portugal, com uma programação multidiversificada e com fortes ambições na edição de estreia e nas possibilidades futuras. Vai até dia 29 deste mês. É um evento internacional, com presença de alguns laureados com o Prémio Nobel da Literatura.
O programador Rui Couceiro esteve na Rádio e explicou os propósitos deste grande encontro à volta dos livros, no mais interessante e belo programa diário da actual radiodifusão pública.
terça-feira, 23 de junho de 2026
Hoje na Rádio
Último campeonato do Mundo com Cristiano Ronaldo
Em Houston
Portugal - Uzbequistão
18:00
18:00
Relato do jogo nas rádios:
Ouvir aqui
Somos porque ganhamos. Se perdemos, deixamos de ser.
Eduardo Galeano
quinta-feira, 18 de junho de 2026
Rádio no Alentejo
Rádio Nova Antena (Montemor-o-Novo)
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Rádio Elvas (Elvas)
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Rádio Castrense (Beja)
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RCM (Rádio de Campo Maior)
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Rádio Voz de Reguengos (Reguengos de Monsaraz) 99.0 FM
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quarta-feira, 17 de junho de 2026
Hoje na Rádio
Último campeonato do Mundo de Futebol com Cristiano Ronaldo
Em Houston
Portugal - República do Congo
18:00
18:00
Relato do jogo nas rádios:
Ouvir aqui
O Futebol não é uma questão de vida ou de morte. É muito mais do que isso.
Bill Shankly
segunda-feira, 15 de junho de 2026
40 anos de vida deste disco
Publicado no dia 16 de Junho de 1986
Terá sido este o melhor álbum dos Smiths? Há quem o afirme de forma definitiva. Pelo menos, «The Queen Is Dead» tem surgido sempre como a maior obra final do grupo de Morrissey e Johnny Marr.
É sempre muito difícil definir o melhor trabalho original dos Smiths. No entanto, apesar da Lei da Relatividade, «The Queen is Dead» ficou para a História. Continua na História e a passar na Rádio.
Alinhamento:
Lado A
01. The Queen Is Dead
02. Frankly, Mr. Shankly
03. I Know It's Over
04. Never Had No One Ever
05. Cemetry Gates
Lado B
06. Bigmouth Strikes Again
07. The Boy with the Thorn in His Side
08. Vicar in a Tutu
09. There Is a Light That Never Goes Out
10. Some Girls Are Bigger Than Others
A Antena1 celebra esta semana as quatro décadas o álbum «The Queen Is Dead», com apontamentos diários - com cinco canções -, a cargo de João Gobern, de 2ª a 6ª feira.
Mais informação aqui
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The Queen Is Dead - Especial 40 anos
Programa de João Gobern
Sábado, 20 de Junho de 2026
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sexta-feira, 12 de junho de 2026
O que sempre quis saber sobre música clássica e teve medo de perguntar
Interessantíssima conversa na Feira do Livro de Lisboa
Música e Rádio no mais belo programa diário da actual Rádio pública, numa saudável e descontraída conversa entre Luís Caetano, autor do programa «A Ronda Da Noite» e Sérgio Azevedo, autor deste livro e autor do programa «Ao Sabor Da Corrente» no canal erudito da Rádio pública portuguesa. Sérgio Azevedo é também músico pianista, compositor e musicólogo.
Fala-se de Música Clássica e outras, fala-se de Rádio e de programas de Música, nomeadamente do programa «A Playlist De» na TSF, onde semanalmente uma personalidade de variadas áreas é convidada a escolher música da sua preferência, sem quaisquer tipo de interferência ou constrangimento - como deve ser sempre! -, num espaço de total liberdade e permanente descoberta. A Rádio na Rádio com dois radialistas da Antena2.
A Ronda Da Noite
Antena2
Emissão de 11 de Junho de 2026
Uma incursão erudita e bem humorada na história da música de 5 séculos
Ouvir aqui
Antena2
Emissão de 11 de Junho de 2026
Uma incursão erudita e bem humorada na história da música de 5 séculos
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quinta-feira, 11 de junho de 2026
Cinco semanas
Começa hoje e terminará no dia 19 de Julho
O maior Mundial de Futebol de sempre - 48 selecções! - tem tudo para ser o mais incrível e o mais desastroso da História. Pior que o anterior no Catar é capaz de ser difícil, mas de todo não impossível.
O maior Mundial de Futebol de sempre - 48 selecções! - tem tudo para ser o mais incrível e o mais desastroso da História. Pior que o anterior no Catar é capaz de ser difícil, mas de todo não impossível.
Uma organização inédita tripartida entre os países da América do Norte. São demasiados jogos para acompanhar e já se fala em novo alargamento para mais de sessenta selecções. Um delírio comercial da FIFA. Notoriamente, a maior multinacional do planeta já perdeu no jogo da noção dos limites.
Para a Rádio continuará a ser bom, pelo menos enquanto a selecção portuguesa estiver em prova, com acompanhamento diário das conferências de imprensa e demais acontecimentos e polémicas, táticas e estratégias, para além da óbvia transmissão dos jogos. O antes, o durante e sobretudo o depois dos desafios da selecção nacional.
Para a Rádio continuará a ser bom, pelo menos enquanto a selecção portuguesa estiver em prova, com acompanhamento diário das conferências de imprensa e demais acontecimentos e polémicas, táticas e estratégias, para além da óbvia transmissão dos jogos. O antes, o durante e sobretudo o depois dos desafios da selecção nacional.
Corre através dos meios de Comunicação Social portugueses - e não só - elevadíssimas expectativas, alta pressão e até a exigência que Portugal regresse como campeão do Mundo. Outro dos delírios deste Mundial.
Mundial de Futebol na Rádio portuguesa:
Enquanto o Mundial das américas começa, há um Podcast da Antena1 sobre o Mundial de Futebol de há 40 anos, o tal em que Portugal entrou a ganhar e saiu a chorar. As histórias de Saltillo no Mundial do México de 1986, o tal que Maradona ganhou praticamente sozinho. Um fenómeno de talento futebolístico como nunca se tinha visto antes e como nunca mais se viu. É por ele, sobretudo por ele, que se deve recordar o mágico Mundial de 86.
Saltillo: Cromos de 86
Mais informação aqui
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terça-feira, 9 de junho de 2026
Dia Internacional dos Arquivos na Rádio
Mais informação aqui
Existe no Arquivo Ephemera um núcleo de Rádio onde se encontram, entre outos, espólios pessoais de radialistas e o acervo radiofónico de Emídio Rangel, fundador e primeiro director da TSF.
Notícia na TSF aqui
Notícia na TSF aqui
quinta-feira, 4 de junho de 2026
Edição 96
De 27 de Maio a 14 de Junho, a maior feira do livro de sempre em Lisboa
A cada ano que passa o certame aumenta. Já inclui concertos de Música. Em tempos era de facto um encontro sereno entre os leitores e os autores. Mantém-se a numerosa lista de sessão de autógrafos, os encontros, os lançamentos e respectivas apresentações. Continuam as promoções e os descontos nos preços, principalmente na "Hora H", nos dias úteis entre as nove e dez da noite e continua a não ser possível encontrar «As Folhas Da Cinemateca de Alfred Hitchcock». Mas perdeu-se o recato e o sossego de antigamente, quando era possível ler com concentração no próprio recinto.
Num país em que os índices de leitura continuam a envergonhar-nos e numa parte do mundo - esta em que geograficamente nos situamos - em que a prática da leitura se encontra lamentavelmente em declínio, surpreende a enorme quantidade de editoras, chancelas e alfarrabistas e a crescente romagem de gente ao Parque Eduardo VII, incluindo crianças ainda muito pequenas, bebés e cães. A quantidade de pessoas que percorrem as subidas e descidas da feira deve corresponder, em certa medida, ao número de pessoas que compra livros e não os lê, as que vão para verem e serem vistas e as que vão passear sem comprar nem ler nada.
Todavia, no meio da miríade de eventos e iniciativas, os mais interessantes e belos programas da actual Rádio pública continuam a proporcionar-nos saudáveis encontros com obras e autores na Feira do Livro de Lisboa em algumas edições de programas da autoria de Luís Caetano.
A Ronda da Noite
Última Edição
Antena2
Ouvir aqui
No próximo dia 11 haverá uma emissão especial com convidados na Antena1 a partir da Feira do Livro de Lisboa, no programa «Uma Noite Em Forma de Assim» de Jorge Afonso, entre as 21:00 e as 23:00.
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No próximo dia 11 haverá uma emissão especial com convidados na Antena1 a partir da Feira do Livro de Lisboa, no programa «Uma Noite Em Forma de Assim» de Jorge Afonso, entre as 21:00 e as 23:00.
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quarta-feira, 3 de junho de 2026
Há 21 anos hoje na RADAR
Passagem na Rádio pelo ano de 1985, com algumas canções desse ano:
Os californianos Dead Kennedys, os também norte-americanos Replacements, o indiano El Shankar, da Austrália e Reino Unido os Dead Can Dance - "Mesmerism", os ingleses The Cure - "Close To Me", Dire Straits - "Walk Of Life", The Smiths - "Well I Wonder", os britânicos Waterboys - "The Whole Of The Moon"(canção do álbum «This Is The Sea», cuja capa a imagem acima evoca), os alemães Einstürzende Neubauten, o brasileiro Milton Nascimento e o português Fausto.
Os californianos Dead Kennedys, os também norte-americanos Replacements, o indiano El Shankar, da Austrália e Reino Unido os Dead Can Dance - "Mesmerism", os ingleses The Cure - "Close To Me", Dire Straits - "Walk Of Life", The Smiths - "Well I Wonder", os britânicos Waterboys - "The Whole Of The Moon"(canção do álbum «This Is The Sea», cuja capa a imagem acima evoca), os alemães Einstürzende Neubauten, o brasileiro Milton Nascimento e o português Fausto.
Perdida Na Música
RADAR
Programa de Maria Espírito Santo
4ª feira 13:00/14:00 | Domingo 12:00/13:00
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RADAR
Programa de Maria Espírito Santo
4ª feira 13:00/14:00 | Domingo 12:00/13:00
Ouvir aqui
Uma máquina do tempo foi encontrada nos estúdios da Radar.
Ao entrarmos, viajamos sem nunca saber para que ano nos transportará.
Uma expedição sonora para lá de todas as fronteiras temporais.
Ao entrarmos, viajamos sem nunca saber para que ano nos transportará.
Uma expedição sonora para lá de todas as fronteiras temporais.
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